Porque quase sempre queremos aquilo que não podemos ter e apenas ficamos pela admiração á distância. Quanto mais longe estás, mais perto te quero, às vezes estás tão perto mas sinto-te tão longe…
As lembranças começaram a fluir na sua cabeça como jactos de vento no ar, estava ás voltas na cama, tinha perdido por completo a noção do tempo enquanto passeava pelas suas recordações.
Lembrava-se de ter pensado amar, do cheiro do perfume dele, da sua voz, do gesto estranho que fazia quando pensava ou estava nervoso, da forma autoritária e paternal como a tratava, da maneira como lhe dava ordens para que tivesse cautela com o tom de voz, das dicas que lhe dava sobre uma oportunidade do futuro, do tempo de espera que passavam juntos, dos dias em que estava com humor de cão e a tratava como se não fosse ninguém, das vezes em que esperou que ele a olha-se nos olhos e descobrisse o que se passava no seu interior e do que pensava sentir por ele, ou quando ele encostava a cabeça ao ombro dela, quando no meio da chuva falavam e ela nem sentia o frio, quando ela dizia piadas sobre eles e ele sorria, e sobretudo recordava-se de todo o amor escondido que sentia por ele e de ele nunca nem sequer ter reparado.
Nada se define, tudo se confunde e ela parada olhando para o tecto na escuridão já pensando viver por viver e dando-se razão por ter sempre renegado aos sentimentos mais profundos e bonitos que alguma vez sentira em relação a alguém.
A poeira que se levantou encobre os caminhos.
“ Deixa que os meus lábios se percam na imensidão da tua pele, deixa que as minhas mãos sigam todas as curvas do teu corpo, deixa que o teu olhar se cruze só com o meu, deixa que o teu amor seja só meu”
Baseado na musica “mais uma vez” dos fragmentos
As lembranças começaram a fluir na sua cabeça como jactos de vento no ar, estava ás voltas na cama, tinha perdido por completo a noção do tempo enquanto passeava pelas suas recordações.
Lembrava-se de ter pensado amar, do cheiro do perfume dele, da sua voz, do gesto estranho que fazia quando pensava ou estava nervoso, da forma autoritária e paternal como a tratava, da maneira como lhe dava ordens para que tivesse cautela com o tom de voz, das dicas que lhe dava sobre uma oportunidade do futuro, do tempo de espera que passavam juntos, dos dias em que estava com humor de cão e a tratava como se não fosse ninguém, das vezes em que esperou que ele a olha-se nos olhos e descobrisse o que se passava no seu interior e do que pensava sentir por ele, ou quando ele encostava a cabeça ao ombro dela, quando no meio da chuva falavam e ela nem sentia o frio, quando ela dizia piadas sobre eles e ele sorria, e sobretudo recordava-se de todo o amor escondido que sentia por ele e de ele nunca nem sequer ter reparado.
Nada se define, tudo se confunde e ela parada olhando para o tecto na escuridão já pensando viver por viver e dando-se razão por ter sempre renegado aos sentimentos mais profundos e bonitos que alguma vez sentira em relação a alguém.
A poeira que se levantou encobre os caminhos.
“ Deixa que os meus lábios se percam na imensidão da tua pele, deixa que as minhas mãos sigam todas as curvas do teu corpo, deixa que o teu olhar se cruze só com o meu, deixa que o teu amor seja só meu”
Baseado na musica “mais uma vez” dos fragmentos
Sem comentários:
Enviar um comentário