quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Quem és tu?

Não mereces sequer o meu respeito, esse olhar superior e aceno de quem parece que está a fazer a maior das obrigações.
Não preciso do teu aceno, não fazia a mais pequena das diferênças, podias ter feito tal e qual como a tua amiga do coração que fingiu não me ver, assim pelo menos escusavas de te ter dado ao trabalho.
Que foi que te fiz eu? Nasci? Peço desculpa por esse erro gigantesco, mas não tive culpa, não foi uma escolha minha, mas agora vais ter que te habituar á minha existência. Tambem foste tu que mostraste insatisfação por não me veres, desculpa mas só estava a poupar-me da tortura de te ver com a cara coberta de satisfação enquanto eu parecia estar num buraco negro quase a asfixiar enquanto me esforçava por me mostrar sem qualquer problema.
Sim, sou capaz de fingir não me importar, mas a verdade é que me importo está bem? E como sou uma pessoa minimamente inteligente tento evitar a todo o custo convivência.
Visto que isto me está a prejudicar podes ter a certeza que me vou deixar de cobardias e vou aparecer com a maior cara-de-pau á tua frente.
Há certas coisas a que nos habituamos e eu recuso-me a lutar por uma causa perdida mas tenho os meus principios.

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