Mais um dia daqueles quentes em que só me apetece meter a cabeça de baixo de água fria e ficar lá até que a garganta grite por ar de maneira a fazer-me saltar e inspirar com força o ar quente que passou a ser agradável.
Uma; duas; três; quatro; perdi-me e deixei-me de contas desnecessárias, uma vez que não ía chegar a conclusão nenhuma. Tenho que admitir que agora me sinto preocupada com a mudança e principalmente com o contraste do antes e depois.
Olhei-me ao espelho antes de sair de casa e vi o mesmo de sempre, uma imagem já minha conhecida, alguem que pelo que tenho visto ao longo dos anos pouco ou nada mudou, pelo menos no aspecto fisico. Enfim, vesti a t-shirt amarela que a minha mãe diz que estou sempre a usar as calças de ganga ja gastas pelo uso e os meus tenis novos às bolinhas coloridos, escovei os dentes e o cabelo e sai de casa a correr.
Fui ter com ela, acenou-me com um sorriso luminoso e seguimos pelo caminho ja habitual.
Um; dois; parei mal reparei que tinha retomado a contagem do costume sem dar por isso, a verdade é que o meu cérebro habituou-se á contagem e executa-a automaticamente, sem que o consiga evitar.
Sempre que o contraste se assento-a entre mim e outra pessoa eu fixo isso, a verdade é que me sinto uma extraterrestre sinto-me totalmente deslocada daqui e não sei porquê.
É como se estivesse a fazer o jogo das diferenças, daqueles que saem nos jornais e revistas para manter principalmente os reformados entretidos, eu costumo fazê-lo quando estou com uma pessoa seja ela quem for.
E são tantas, mesmo quando parecem ser poucas...
Uma; duas; três; quatro; perdi-me e deixei-me de contas desnecessárias, uma vez que não ía chegar a conclusão nenhuma. Tenho que admitir que agora me sinto preocupada com a mudança e principalmente com o contraste do antes e depois.
Olhei-me ao espelho antes de sair de casa e vi o mesmo de sempre, uma imagem já minha conhecida, alguem que pelo que tenho visto ao longo dos anos pouco ou nada mudou, pelo menos no aspecto fisico. Enfim, vesti a t-shirt amarela que a minha mãe diz que estou sempre a usar as calças de ganga ja gastas pelo uso e os meus tenis novos às bolinhas coloridos, escovei os dentes e o cabelo e sai de casa a correr.
Fui ter com ela, acenou-me com um sorriso luminoso e seguimos pelo caminho ja habitual.
Um; dois; parei mal reparei que tinha retomado a contagem do costume sem dar por isso, a verdade é que o meu cérebro habituou-se á contagem e executa-a automaticamente, sem que o consiga evitar.
Sempre que o contraste se assento-a entre mim e outra pessoa eu fixo isso, a verdade é que me sinto uma extraterrestre sinto-me totalmente deslocada daqui e não sei porquê.
É como se estivesse a fazer o jogo das diferenças, daqueles que saem nos jornais e revistas para manter principalmente os reformados entretidos, eu costumo fazê-lo quando estou com uma pessoa seja ela quem for.
E são tantas, mesmo quando parecem ser poucas...

1 comentário:
Gostei mesmo... principalmente da parte das diferenças... adorei :)
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