Baixa a mão e olha para ti.
Atreve-te a olhar o teu reflexo, não aquele que vês num simples espelho, mas sim aquele que te é oferecido por quem te olha com ou sem admiração, aquele que reside nos olhos dos outros, nas palavras, nas atitudes, em tudo.
Queres dar a entender ser um pessoa indestrutível, alguém superior, alguém melhor do que aquilo que realmente és.
Utilizas a ironia, e simplesmente limitas-te a utiliza-la para a todo o custo, humilhar, deprimir, rebaixar, infamar e gozar com os outros, só para que aparentemente te tornes alguém notável.
Paras-te no tempo enquanto o mundo á tua volta continuou a evoluir e por isso não passas de um frustrado com o cérebro dormente, és uma de pessoa repugnante, utilizas as pessoas como objectos insignificantes, enquanto o insignificante és tu.
Se não parares, quando olhares á tua volta não vais ver ninguém a rir-se das tuas piadas sem graça, já não vais ter os teus (supostos) “amigos” a apoiarem as tuas atitudes infantis.
Em vez de fazeres os outros sentirem-se mal, podias dar-te ao trabalho de pensar e assumir aquilo que és, és deprimente pelo facto de não dares conta daquilo que toda a gente vê menos tu, não se riem do que fazes mas sim de ti.
Acorda! Podes ser apenas tu, podes descobrir quem és sem teres de maltratar os outros para te afirmares como gente, podes até te recusar a faze-lo pelo facto de seres um fraco que não assume os seus erros, mas se o fizeres vais notar que podes ser muito mais…
Atreve-te a olhar o teu reflexo, não aquele que vês num simples espelho, mas sim aquele que te é oferecido por quem te olha com ou sem admiração, aquele que reside nos olhos dos outros, nas palavras, nas atitudes, em tudo.
Queres dar a entender ser um pessoa indestrutível, alguém superior, alguém melhor do que aquilo que realmente és.
Utilizas a ironia, e simplesmente limitas-te a utiliza-la para a todo o custo, humilhar, deprimir, rebaixar, infamar e gozar com os outros, só para que aparentemente te tornes alguém notável.
Paras-te no tempo enquanto o mundo á tua volta continuou a evoluir e por isso não passas de um frustrado com o cérebro dormente, és uma de pessoa repugnante, utilizas as pessoas como objectos insignificantes, enquanto o insignificante és tu.
Se não parares, quando olhares á tua volta não vais ver ninguém a rir-se das tuas piadas sem graça, já não vais ter os teus (supostos) “amigos” a apoiarem as tuas atitudes infantis.
Em vez de fazeres os outros sentirem-se mal, podias dar-te ao trabalho de pensar e assumir aquilo que és, és deprimente pelo facto de não dares conta daquilo que toda a gente vê menos tu, não se riem do que fazes mas sim de ti.
Acorda! Podes ser apenas tu, podes descobrir quem és sem teres de maltratar os outros para te afirmares como gente, podes até te recusar a faze-lo pelo facto de seres um fraco que não assume os seus erros, mas se o fizeres vais notar que podes ser muito mais…
2 comentários:
Obrigado, vou continuar à espera que alguém ouça o meu pedido.
Tenho estado atenta ao teu blog, para poder acompanhar o evoluir do teu pequeno cantinho... pelo que entendo, fazes do teu blog uma espécie de diário, mas sem o típico: "Querido Diário..." o que já está fora de moda ha muito! Fazes isso de uma mneira poética, sentida e vivida... começas os textos de maneira subtil, para depois acabares de forma efusiva... gosto do que escreves. Continua...
Espero ver mais textos teus... e mais desenhos, que são muito engraçados :P
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