Uma tempestade de ideias loucas invadiu o meu mundo, aquele que costumava ser calmo e cheio de ideias certas.
O baralhar confuso de ideias sem nexo afunda lentamente o meu pensamento.
Aquele órgão essencial á minha existência vai ganhando terreno, convencendo todo o meu “eu” que talvez o instinto e sentimento em que nunca acreditei e duvido alguma vez acreditar, me agarre alguma vez.
Aquela parte teimosa repete-me vezes e vezes, a palavra irritante que me enche o cérebro. Sim!
Não eu não acredito nem quero acreditar e muito menos entender.
A brisa fresca e limpa era clara e tranquilizante, agora a tempestade de confusão afunda-me em mim mesma.
Tudo que eu sempre pensei que fosse é! Quero apagar do meu pensamento esta “coisa” estranha que me faz ficar presa em alguém que sempre fez parte de mim.
Quero entender, apesar de ter medo de vir a perceber o que se passa no meu mundo, do qual perdi o completo controlo.
Qual a razão de tantas ideias e duvidas que insistem permanecer a perturbar-me. A roubar-me a tranquilidade e a minha paz.
De repente; PORQUÊ?
Entras-te sem pedir, invadiste-me e permaneces firme e forte.
Sempre aquela imagem de alguém indestrutível, com um sorriso alegre e tímido; os olhos castanhos esverdeados fascinantes que fixam em mim de uma forma agressiva, que me faz temê-lo.
O que se passa? Pára!
Este sentimento estranho, torna-me irracional, quero recosa-lo, mas ele faz-me sentir bem.
Um bem-estar incómodo do qual não me consigo libertar.
Sinto que o futuro dirá se me libertarás ou permaneceras em mim, até lá terei de o suportar.
O baralhar confuso de ideias sem nexo afunda lentamente o meu pensamento.
Aquele órgão essencial á minha existência vai ganhando terreno, convencendo todo o meu “eu” que talvez o instinto e sentimento em que nunca acreditei e duvido alguma vez acreditar, me agarre alguma vez.
Aquela parte teimosa repete-me vezes e vezes, a palavra irritante que me enche o cérebro. Sim!
Não eu não acredito nem quero acreditar e muito menos entender.
A brisa fresca e limpa era clara e tranquilizante, agora a tempestade de confusão afunda-me em mim mesma.
Tudo que eu sempre pensei que fosse é! Quero apagar do meu pensamento esta “coisa” estranha que me faz ficar presa em alguém que sempre fez parte de mim.
Quero entender, apesar de ter medo de vir a perceber o que se passa no meu mundo, do qual perdi o completo controlo.
Qual a razão de tantas ideias e duvidas que insistem permanecer a perturbar-me. A roubar-me a tranquilidade e a minha paz.
De repente; PORQUÊ?
Entras-te sem pedir, invadiste-me e permaneces firme e forte.
Sempre aquela imagem de alguém indestrutível, com um sorriso alegre e tímido; os olhos castanhos esverdeados fascinantes que fixam em mim de uma forma agressiva, que me faz temê-lo.
O que se passa? Pára!
Este sentimento estranho, torna-me irracional, quero recosa-lo, mas ele faz-me sentir bem.
Um bem-estar incómodo do qual não me consigo libertar.
Sinto que o futuro dirá se me libertarás ou permaneceras em mim, até lá terei de o suportar.

1 comentário:
Continua.
acho-te excelente.
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