-Podias não ter sorrido! - Disse ela soltando o seu pensamento com palavras frias e claras.
-Porquê? Perguntou ele, fingindo não saber a resposta.
O silêncio dominou aquela sala por muito tempo, tempo que parecia eterno, um silêncio sufocante, agressivo, mas calmo porem.
Ela tinha respondido à sua pergunta sem soltar uma palavra! Não queriam magoar-se novamente mas tinha voltado a faze-lo.
Ela pensava em tudo o que fizera por ele, por todo o que passou só para que em momento algum ele duvidasse da sua amizade, que era sincera, ela não queria pensar, porque a paga tinha sido tão dura, aquele pensar magoava-a.
A desilusão tinha-se apoderado dela, tinha-lhe bloqueado o pensamento, fazendo com que ficasse cada vez mais distante a possibilidade de perdoar! Mas perdoar era algo que ele não era capaz de fazer porque, nunca ele tinha tido coragem de lhe pedir desculpa.
A desilusão…aquele olhar frio, aquele gesto tão agressivo, aquelas palavras duras nunca ditas na cara. Ela não se sentia...Ela já nem se via...Ela não merecia!
Ele! Ele não podia, não devia, não tinha o direito de ferir quem feriu!
Ali eram seres iguais, pois a dureza daquelas palavras tão simples, tinha-os colocado num nível igual.
-Doeu!
(silêncio)
-Estás tão alto...quase não te vejo daqui de baixo!
Surpreendes-me a cada dia! - Ironia
O silêncio manteve-se! Na verdade ele já tinha descido desse nível aparentemente superior, aquela frieza segura gelava-lhe o coração.
Ele sentiu o que na verdade a tinha ferido, sentiu que por uns pagaram os outros, mas continuou ainda assim sem assumir o seu erro.
Ela só queria ouvir um pedido de desculpas, mas não ouviu nada! E tudo vai continuar assim enquanto existir ali aquela presença que o manipula, como uma marioneta, indefesa e fraca.
Era nisso que ele se tinha tornado...numa marioneta!
-Porquê? Perguntou ele, fingindo não saber a resposta.
O silêncio dominou aquela sala por muito tempo, tempo que parecia eterno, um silêncio sufocante, agressivo, mas calmo porem.
Ela tinha respondido à sua pergunta sem soltar uma palavra! Não queriam magoar-se novamente mas tinha voltado a faze-lo.
Ela pensava em tudo o que fizera por ele, por todo o que passou só para que em momento algum ele duvidasse da sua amizade, que era sincera, ela não queria pensar, porque a paga tinha sido tão dura, aquele pensar magoava-a.
A desilusão tinha-se apoderado dela, tinha-lhe bloqueado o pensamento, fazendo com que ficasse cada vez mais distante a possibilidade de perdoar! Mas perdoar era algo que ele não era capaz de fazer porque, nunca ele tinha tido coragem de lhe pedir desculpa.
A desilusão…aquele olhar frio, aquele gesto tão agressivo, aquelas palavras duras nunca ditas na cara. Ela não se sentia...Ela já nem se via...Ela não merecia!
Ele! Ele não podia, não devia, não tinha o direito de ferir quem feriu!
Ali eram seres iguais, pois a dureza daquelas palavras tão simples, tinha-os colocado num nível igual.
-Doeu!
(silêncio)
-Estás tão alto...quase não te vejo daqui de baixo!
Surpreendes-me a cada dia! - Ironia
O silêncio manteve-se! Na verdade ele já tinha descido desse nível aparentemente superior, aquela frieza segura gelava-lhe o coração.
Ele sentiu o que na verdade a tinha ferido, sentiu que por uns pagaram os outros, mas continuou ainda assim sem assumir o seu erro.
Ela só queria ouvir um pedido de desculpas, mas não ouviu nada! E tudo vai continuar assim enquanto existir ali aquela presença que o manipula, como uma marioneta, indefesa e fraca.
Era nisso que ele se tinha tornado...numa marioneta!
Luzinha
1 comentário:
Parabens, está muito bem.
continua.
BEijinhosm,
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